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12º Festival Taguatinga divulga a lista dos filmes selecionados para a Mostra Competitiva

Em 2017, o Festival Taguatinga de Cinema recebeu a inscrição de 215 produções vindas de 20 estados e do Distrito Federal. A comissão de seleção analisou todos os inscritos e escolheu 20 curtas-metragens que se destacaram por suas qualidades narrativas, autorais, audiovisuais e também pelo diálogo com tema desta edição do Festival, “Nossa porção mulher”. Aos 20 selecionados somam-se os quatro filmes mais votados no site do Festival.

Essas 24 produções serão exibidas entre os dias 1º e 4 de novembro, no Teatro da Praça, em Taguatinga, com entrada franca.

Confira abaixo a lista dos filmes selecionados e, logo depois, os mais votados.

Selecionados pela curadoria:

Ainda não lhe fiz uma canção de amor
Direção: Henrique Arruda
Ficção, 15 min, 2015, RN
Greg e Alessandro estão no quarto, se olhando. O sentimento de culpa e nostalgia daquele momento pode marcar para sempre a vida dos dois, mas é apenas uma passagem para permitir que o amor caminhe livremente entre eles.

Almeirinda – A luta continua
Direção: Cibele Tenório
Documentário, 9 min, 2015, DF
Um resgate histórico da vida de Almerinda Farias da Gama, uma das primeiras militantes feministas brasileiras.

Confessionais – Salvar a si mesma
Direção: Sheila Campos
Experimental, 17 min, 2016, DF, 12 anos
O registro pessoal e sem censuras das vivências de uma mulher acima dos 40 anos no início do século 21.

Close
Direção: Rosane Gurgel
Documentário, 20 min, 2016 CE, livre, livre
Jéssica, Suyanne, Bruna e Nathália estão detidas na unidade prisional, localizada em Aquiraz, região metropolitana de Fortaleza. Um espaço, várias histórias, a mesma esperança compartilhada por todas: resistir e lutar pelo fim do preconceito.

Crônicas do meu silêncio
Direção: Beatriz Pessoa
Ficção, 8 min, 2016, SP, 12 anos
Histórias que se cruzam. Silêncios que se reconhecem. Um manifesto sobre a violência contra a mulher retratado em três depoimentos baseados em situações cotidianas.

Diamante, o bailarino
Direção: Pedro Jorge
Ficção, 20 min, SP, 12 anos
Voe como uma borboleta, ferroe como uma abelha.

Divina Luz
Direção: Ricardo Sá
Documentário, 14 min, 2017, ES, 12 anos
O pensamento libertário de Luz Del Fuego, a bailarina naturalista que incendiou o Brasil nos anos 50 e que em 2017 completaria 100 anos.

Do corpo da Terra
Direção: Julia Mariano
Documentário, 23 min, RJ, livre
Retrato de como quatro mulheres do Coletivo de Saúde do MST mudaram suas vidas na relação com a terra e com seus corpos.

Fora do Plano
Direção: Raul de Lima
Documentário, 18 min, DF, livre
Cinco integrantes da comunidade LGBTQ compartilham experiências e vivências nas cidades ao redor da capital brasileira.

Encontre-me lá
Direção: Caio Alvarenga, Ricardo Estevam e Catarina Almeida
Ficção, 12 min, 2016, RJ, 18 anos
Presa num casamento desgastado, Sara descobre em Bruna uma nova forma de amar. Após sua separação, Sara se vê finalmente livre. Mas será Bruna a liberdade que tanto procura?

Euá, a Fonte
Direção: Renato Barbieri e Adriana Meirelles
Animação, 5 min, 2017, DF, livre
O universo particular de lendas tradicionais do imaginário brasileiro.

Ikini
Direção: Fernanda Rondon
Experimental, 8 min, 2016, RJ, livre
Um filme sobre corpo e presença. Assim como a terra é marcada pelo tempo, cada corpo traz uma escrita invisível cravada na pele ao longo da vida. Ikini fala do feminino e suas conexões com a terra.

Luiz
Direção: Alexandre Estevanato
Ficção, 16 min, 2017, SP, livre
Às vezes esquecemos de valorizar quem realmente importa no dia a dia e quando nos damos conta, pode ser tarde demais. Prepare-se para um verdadeiro resgate a certos sentimentos familiares. Hoje você já disse que ama?

Mucamas
Direção: Coletivo Nós, Madalenas
Documentário, 15 min, SP, livre
A história da vida de mulheres que são ou já foram empregadas domésticas, escancarando suas lutas e desigualdades. Filme dirigido pelas filhas dessas protagonistas, e por isso propõe também uma importante reflexão sobre representatividade e a construção de narrativas populares.


Direção: Pedro Gui
Experimental, 14 min, MG, livre
Um teste de elenco é encardo por Ana como a última cartada de sua carreira. A trajetória de permeia essa dualidade entre ator/atriz e personagem. Cada vez que Ana se liberta de si mesma, chega mais próximo de se tornar a personagem.

Ouroboros
Beatriz Pessoa e Guilherme Andrade
Ficção, 17 min, 2017, SP, 16 anos
Um pai se torna selvagem em busca de vingança, mas desconhece que, em seu próprio habitat, ele também é um animal.

Pretas no hip hop
Direção: Priscila Francisco Pascoal
Documentário, 14 min, 2017, DF, livre
Mulheres negras falam em primeira pessoa sobre suas experiências e trajetórias na cultura hip hop enquanto rappers, break dancers, grafiteiras e DJs e deixam seu recado para outras pretas.

Sustento
Direção: Sylara Silvério
Documentário, 1 min, PE, livre
Sustento é um rio de água rasa. Nele, se pesca da rua a casa, do que se é ao que se vê. É a correnteza que se vence à força, é a sutileza que se renova a cada maré.

Tekoha – Som da Terra
Direção: Rodrigo Arajeju e Valdelice Veron (Xamiri Nhupoty)
Documentário, 20 min, 2017, DF, 12 anos
Nossas mães lideram a retomada do Tekoha Takuara pelo nosso modo de ser e viver – Nhande reko. O agronegócio avança sobre corpos-terras indígenas no Mato Grosso do Sul. A luta para recuperar as terras sagradas, a essência da vida na nossa cosmovisão. O luto pelo genocídio Kaiowa e Guarani no Brasil.

Translúcidos
Direção: Asaph Luccas e Guilherme Candido
Documentário, 14 min, 2015, SP, livre
A vida de pacientes presos em uma clínica de tratamento de disforia de gênero. Ali, transgêneros vivem a base de medicamentos e técnicas de aversão, fazendo um claro comentário sobre a presença de transgeneridade na classificação internacional de doenças (CID).

Os quatro filmes mais votados no site:

Apesar de tudo
Direção: Janaina Dórea
Ficção, 18 min, 2017, RJ, livre
Joana recebe uma carta da mãe, com quem não fala há muito tempo, e decide ir ao encontro dela. Entre mágoas e ressentimentos, uma descoberta as faz refletir sobre o quanto tudo pode ser tão efêmero e fugaz.

Deuteronômio 22
Direção: Érico Luz
Ficção, 5 min, 2016, SP, 16 anos
Em um lugar pobre, distante e atemporal, a predominância da violência e da cultura do estupro faz ocorrer um milagre que levantará uma questão a respeito da doutrina de justiça, mas também sobre o ideal do livre-arbítrio.

Dois perdidos numa caixa de papelão
Direção: Armando Lima
Ficção, 11 min, 2017, RJ, 16 anos
Por causa da fome, duas catadoras de lixo são levadas a furtar e consequentemente vivem a pior noite de suas vidas.

Saia de boneca
Direção: Vanessa Cunha
Ficção, 7 min, 2016, RJ, livre
Conflitos femininos, toda a opressão oriunda de padrões estéticos e boas maneiras moralmente impostas pela sociedade. Imagens irreais são argumentos críticos que ilustram a psique da personagem. Um universo lúdico e colorido repleto de um sombrio sentimento de culpa.



Festival Taguatinga de Cinema recebe 215 inscrições!

Estão encerradas as inscrições para a 12ª edição do Festival Taguatinga de Cinema. Em 2017, o evento tem como tema A Nossa Porção Mulher e irá projetar curtas-metragens de ficção, documentários ou animações que abordem, evidenciem e discutam valores, sentimentos e questões associados ao universo feminino.

Entre as 215 produções inscritas, 20 serão escolhidas pela comissão de seleção e quatro pelo voto popular, que poderá ser realizado aqui mesmo pelo site oficial do festival, a partir de 6 de agosto.

Entre os curtas inscritos estão produções das cinco regiões brasileiras, representando 19 estados e o Distrito Federal (confira abaixo). Os selecionados serão divulgados na primeira quinzena de setembro. O Festival Taguatinga de Cinema ocupa o Teatro da Praça de 1º a 4 de novembro.

  • São Paulo: 55
  • Distrito Federal: 43
  • Rio de Janeiro: 29
  • Goiás: 20
  • Minas Gerais: 11
  • Pernambuco: 7
  • Rio Grande do Norte: 7
  • Ceará: 6
  • Paraíba: 6
  • Alagoas: 6
  • Amazonas: 4
  • Rio Grande do Sul: 4
  • Acre: 3
  • Paraná: 2
  • Bahia: 2
  • Mato Grosso do Sul: 1
  • Pará: 1
  • Sergipe: 1
  • Piauí: 1
  • Maranhão: 1


FSA abre inscrições em editais que investem na produção de conteúdo para cinema e TV

A Ancine e o BRDE anunciaram nesta quinta, 2, o lançamento das Chamadas Públicas Prodav 2/2016, de seleção de propostas de programação destinadas ao mercado de televisão; e Prodecine 2/2016, de seleção de projetos de produção de obras de longa-metragem apresentados por distribuidoras, do Programa Brasil de Todas as Telas Ano 3.

As duas chamadas funcionam em regime de fluxo contínuo, recebendo inscrições até que se esgote a disponibilidade de recursos ou que seja publicada uma nova chamada pública referente à mesma linha de ação. Os editais, com inscrições abertas a partir de hoje, passam a operar substituindo as Chamadas Públicas Prodav 2/2013 e Prodecine 2/2013, com alterações pontuais.

A Chamada Prodecine 2/2016, com R$ 110 milhões disponíveis, é voltada para o investimento em projetos de produção de longas-metragens de ficção, animação e documentário, apresentados por empresas distribuidoras brasileiras independentes. O objetivo é permitir o planejamento da ocupação do mercado de salas por filmes nacionais de produção independente, estreitando a relação entre produtoras e distribuidoras. Pelas novas regras da chamada, o limite de investimento por distribuidora ou grupo econômico passou de 25% para 30% do total de recursos disponibilizados.

Já a Chamada Prodav 2/2016 seleciona Propostas de Programação apresentadas por empresas programadoras, destinando recursos a projetos audiovisuais pré-selecionados para as grades de programação de canais de televisão aberta e por assinatura. Nesta linha, são disponibilizados R$ 60 milhões, em recursos do Fundo Setorial do Audiovisual. Nenhuma programadora ou grupo econômico poderá receber investimento superior a 25% dos recursos previstos para esta chamada pública e cada programadora poderá apresentar apenas uma única proposta de programação por canal, sendo limitado ao investimento máximo de 20% dos recursos previstos.

Uma das alterações mais importantes nas chamadas diz respeito a adoção de indutores regionais no regulamento dos dois editais. Do total de recursos disponibilizados pelo Prodecine 2/2016 e pelo Prodav 2, no mínimo 30% deve ser destinado a projetos de produtoras sediadas nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste, e ao menos 10% deve ser investido em projetos oriundos de empresas da região Sul ou dos estados de Minas Gerais e Espírito Santo.

Para mais informações, leia a íntegra das Chamadas Públicas Prodecine 2/2016,Prodav 2/2016 e o Regulamento Geral do Prodav.

Fonte: Tela Viva



DOIS FILMES, DOIS PRÊMIOS: TARCÍSIO LARA PUIATI

Tarcísio Lara Puiati inscreveu dois filmes no 11º Festival Taguatinga de Cinema. Ambos foram premiados: Cowboy levou um troféu na categoria Menção Honrosa e Quimera ficou com o segundo lugar na votação popular. Na entrevista a seguir, Tarcísio comenta sua participação no festival.

11˚ Festival Taguatinga de Cinema

O que significou participar do festival?
Participar do festival foi uma oportunidade ótima de mostrar meus filmes ao público super receptivo de Taguatinga. E também poder trocar ideias com diretores do Brasil todo. Isso faz toda a diferença para o cinema que pretendo fazer.

Esperava ser premiado?
Prêmios são sempre maravilhosos! Especialmente ver os dois curtas que dirigi serem premiados! Mas o melhor prêmio é a ótima recepção dos dois filmes. Comunicar com o público é o melhor de todos os prêmios!

Como você enxerga o Festival de Taguatinga de Cinema dentro do contexto nacional de festivais de cinema?
Um festival com um passado lindo e um futuro promissor, assim eu vejo. Especialmente por ser feito com muito amor ao cinema por cada pessoa da equipe. Isso ficou evidente pra mim. E um festival onde o público pode votar ao vivo e online é maravilhoso. A seleção do festival promoveu um panorama muito especial da produção atual de curtas brasileiros dos mais diversos locais e isso é fundamental! Cinema de toda parte para todos! Vida longa e sucesso ao Festival!



REGISTRANDO A CULTURA NO DF: IVALDO CAVALCANTI

Ivaldo Cavalcanti é uma figura conhecida no meio cultural do DF. Com sua câmera fotográfica sempre atenta, há décadas ele registra as mais diversos manifestações artísticas. Recentemente, Ivaldo se aventurou na produção audiovisual. O resultado, o curta-metragem Meu nome é Fábio, levou dois prêmios do 11º Festival Taguatinga de Cinema, Menção Honrosa e segundo lugar na votação do público. (* crédito da foto: Paula Carrubba)

11˚ Festival Taguatinga de Cinema



MENÇÃO HONROSA: MEU NOME É FÁBIO

Pela abordagem da realidade de um jovem morador de rua e pela construção de uma narrativa hibrida ficção-documental. A organização do Festival concede Menção Honrosa ao filme Meu nome é Fábio, do Distrito Federal, direção de Ivaldo Cavalcanti. O curta-metragem também levou o troféu de segundo lugar no voto popular. (* crédito da foto: Paula Carrubba)

11˚ Festival Taguatinga de Cinema



MENÇÃO HONROSA: LIVRE, LEVE E SOLTO

Pela simplicidade e singeleza na construção de uma narrativa audiovisual, a organização do festival concedeu Menção Honrosa ao filme Livre, leve e solto, de Santa Catarina, dirigido por Mário Sérgio Ferreira. Confira uma entrevista com o diretor:

trofeu

O que significou participar do festival?
Um grande presente. Foi meu primeiro festival, onde pude exibir meu primeiro curta-metragem, aprender muito com realizadores de diferentes cidades do Brasil, e conhecer Taguatinga e seus movimentos culturais.

Esperava ser premiado?
Quando eu fui selecionado para participar do Festival, já considerei a viagem um grande prêmio, até por ser o meu primeiro curta. Ser premiado então, foi uma enorme alegria. Uma inspiração para novas produções.

Como você enxerga o Festival de Taguatinga de Cinema dentro do contexto nacional de festivais de cinema? Por que?
Como foi minha estreia em festivais, só posso dizer que fui super bem recebido por todos. Os organizadores pensaram em todos os detalhes, os realizadores fizeram o seu melhor e o público prestigiou. Já estou com saudades de Taguatinga.

 



MENÇÃO HONROSA: LINHA DO MAR

Pela fotografia e pela abordagem lúdica de uma narrativa que tem como fio condutor uma linha que liga presente e passado através da memória, a organização do festival concedeu Menção Honrosa ao filme Linha do mar, de Santa Catarina, direção de Felipe Vernizzi. (* crédito da foto: Paula Carrubba)

11˚ Festival Taguatinga de Cinema



MENÇÃO HONROSA: COWBOY

Pela originalidade do roteiro e criatividade na construção de histórias peculiares a partir de um personagem inusitado, a organização do festival concedeu Menção Honrosa ao filme Cowboy, do Rio de Janeiro, direção de Tarcísio Lara Puiati. (* crédito da foto: Paula Carrubba)

11˚ Festival Taguatinga de Cinema

 



MENÇÃO HONROSA: MAMUCABA

A 11º Festival Taguatinga de Cinema premiou seis filmes na categoria Menção Honrosa. Pela plasticidade instituída a partir da linguagem cinematográfica numa narrativa poética e documental sobre um fazer artesanal e pela importância da tradição social e cultural de uma região, a organização do festival concedeu Menção Honrosa ao filme Mamucaba, do Rio Grande do Norte, direção de Anderson Legal. (* crédito da foto: Paula Carrubba)

11˚ Festival Taguatinga de Cinema

 

Confira uma entrevista com o diretor Anderson Legal:

O que significou participar do festival?
Participar presencialmente da 11ª edição do Festival Taguatinga de Cinema foi de uma vivência singular e super relevante na minha trajetória enquanto curtametragista. Não me canso de evidenciar a postura do festival em viabilizar a ida e estadia dos realizadores selecionados para compor as mostras. O convívio intenso e a troca de experiências com os demais realizadores de todo Brasil foi sem dúvida o principal legado do festival.

Esperava ser premiado?
Quando se é selecionado, em meio a tantos filmes, das mais variadas linguagens e estéticas para um festival dessa natureza, tendemos a já nos sentirmos premiados. De qualquer forma, não procuro gerar muitas expectativas em receber prêmios. Estar lá sempre foi meu principal objetivo. Lógico que ficamos, lá no íntimo, com uma inquietude pulsante. Mas não por prêmios e sim em perceber como nosso filme reage nas pessoas. Quando vem um agraciamento, como o que recebemos em Taguatinga,
é só alegria! Uma coroação, uma expressiva noção do êxito da nossa obra. É de uma satisfação motivadora. Só me resta agradecer ao festival pelo destaque concedido e com isso me sinto no dever de produzir cada vez mais.

Como você enxerga o Festival de Taguatinga de Cinema dentro do contexto nacional de festivais de cinema?
O Festival Taguatinga de Cinema se mostra mais sensível e por isso diferenciado em relação aos demais festivais que fomentam o cinema independente brasileiro. A grande maioria dos filmes que estavam lá esse ano eram filmes feitos de forma totalmente independente, sem recursos financeiros, sem grandes apoios. No nosso caso, o Mamucaba foi feito sem dinheiro. No amor! E foi com amor que o Festival
de Taguatinga nos recebeu. Me identifiquei muito com as pessoas que fazem o festival. Pra mim, o melhor festival que já participei. Já estou trabalhando em novos projetos que pretendo lançar em Taguatinga no próximo ano. Trata-se de um festival que nunca mais quero deixar de estar presente.



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