ÚLTIMAS NOTÍCIAS

O Fundo de Apoio à Cultura “subiu no telhado”

Por Carlos Augusto Cacá*

No dia 14 de junho deste ano, o governador Ibaneis Rocha publicou no Diário Oficial o Decreto 39.896/2019. O principal objetivo do decreto é possibilitar os desvios dos recursos do Fundo de Apoio à Cultura (FAC) para a realização da reforma do Teatro Nacional e outras obras. Para poder fazer isso, o governador decretou o fim de todas as barreiras protetoras desse fundo.

De imediato, o decreto não tem nenhum efeito, pois ele não altera as normas da lei, onde estão também previstas as barreiras protetoras do FAC. Então, seria preciso alterar a lei para tornar válidas as aberrações previstas no decreto. Por isso, podemos ver a medida como uma espécie de declaração da intenção do governo: Ibaneis planeja fazer as mesmas alterações na Lei Orgânica da Cultura, onde o FAC está definido, e vai mandar para a Câmara Legislativa um projeto de lei para derrubar cada barreira de proteção desse fundo. Se ele conseguir o apoio da maioria dos deputados distritais, a cultura do Distrito Federal irá por água abaixo.

O que é o Fundo de Apoio à Cultura

Na linguagem da administração pública, um fundo é uma parte do orçamento público que tem que ficar separada do restante dos recursos arrecadados. Eles são criados conjuntamente pelos Poderes Executivo e Legislativo, por meio de uma lei, para proteger atividades que são essenciais para a qualidade de vida do povo. São coisas como Educação, Cultura, Saúde, Pesquisa Científica e outras que não podem ser sacrificadas por causa de dificuldades financeiras dos governos. Por isso é que as leis de criação dos fundos estabelecem limites mínimos para investimentos e criam barreiras protetoras para evitar que o desvio de recursos.

Quais são as medidas de Ibaneis que podem destruir o FAC

Veja quais são as principais barreiras protetoras do Fundo de Apoio à Cultura que o governador já revogou com o Decreto 39.896/2019 e que precisa revogar também na lei a fim de colocá-las em vigor:

1 – O FAC não pode ser usado para projetos de instituições governamentais. Se isso for permitido, é certo que não sobrará nada além de migalhas para os projetos culturais apresentados pelos artistas. O decreto de Ibaneis revogou esse impedimento. Mas isso só terá efeito se o governo conseguir fazer a mesma revogação na lei. Portanto, podemos deduzir que o governo irá enviar projeto de lei à Câmara Legislativa com o mesmo objetivo.

2 – Para concorrer ao FAC, é necessário ter mais de dois anos de residência no Distrito Federal. Sem isso, empresas de qualquer lugar do Brasil poderiam inscrever projetos para concorrer ao FAC ao lado dos projetos dos artistas que vivem e recolhem impostos no DF. Isso permitiria a utilização dos nossos impostos, por meio do FAC, para fomentar o desenvolvimento cultural de todo o país. É praticamente a transformação do FAC num fundo nacional de cultura, mas com ônus financeiro apenas para os contribuintes do Distrito Federal. Por mais absurdo que pareça, o Decreto 39.896/2019 faz isso ao revogar a exigência de dois anos de residência no DF.

3 – Existe um limite máximo de recursos que um beneficiário pode receber por ano. Esse tipo de restrição é necessário para evitar que haja excessiva concentração de recursos nas mãos de poucos beneficiários. A concentração prejudicaria os pequenos projetos de artistas que estão em início de carreira ou que não possuem grandes estruturas de produção. Se os recursos do FAC se concentrarem nas mãos de quem já está mais bem estruturado, o fundo deixa de ser um elemento de inclusão e renovação da produção cultural da cidade. Uma vez que o decreto eliminou esse limite, concluímos que o projeto de lei do governo irá no mesmo sentido. A tendência é favorecer grandes empresas culturais em prejuízo da cultura popular e dos artistas iniciantes.

4 – Existe um limite de 2 projetos por beneficiário por ano. Essa também é uma medida para evitar a concentração de recursos nas mãos de poucas empresas ou de um pequeno número de produtores culturais. No entanto, o decreto eliminou esse limite, certamente com o propósito de possibilitar o direcionamento de maiores recursos para poucas empresas que passarão a desenvolver vários projetos para o próprio governo.

Ameaças à cultura devem ser preocupação de todos

Como parte da estratégia para impedir que a LOC seja desvirtuada, a Frente Unificada de Cultura do DF, criada para defender políticas democráticas para o nosso setor, está mobilizando todas as forças sociais que pode. Vimos esclarecendo à sociedade sobre as ameaças à cultura e pedindo que cada pessoa defenda, junto ao deputado que ajudou a eleger, a destinação exclusiva do FAC à produção cultural diversificada, com possibilidades de acesso para todas as camadas sociais de todas as cidades do Distrito Federal. Aos artistas locais, pedimos para informarem ao público presente em seus espetáculos quais são os prejuízos em termos de fruição cultural. 

Pelo Decreto 39.896/2019, o governo deixou claro que tem a intenção de utilizar os recursos do FAC para os seus próprios projetos, destinando migalhas aos projetos dos artistas locais. Se isso se confirmar, a tendência será acabar com a expansão cultural de projetos destinados à comunidade, principalmente, àquelas que só têm acesso a atividades culturais que recebem apoio público. Não podemos deixar que isso aconteça.

* Cacá é poeta, escritor, sociólogo e militante cultural. Trabalhou 22 anos como Auditor de Controle Externo, analisando a legalidade e economicidade de atos governamentais.



Conquista de territórios

O Festival Taguatinga de Cinema tem uma história de 21 anos de conquistas. Começamos como Mostra Taguatinga de Cinema, em 1998, no Botequim Blues, e chegamos ao Teatro da Praça, em 2012, como festival de cinema. De espaço alternativo de exibição e discussão de filmes, nos convertemos, passo a passo, em ponto de afluência de centenas de filmes representativos da produção brasileira atual de curta-metragem.

Em 2017, em reconhecimento à importância do trabalho que realizamos como disseminadores e fomentadores da cultura cinematográfica, passamos a integrar o Calendário Oficial de Eventos do Distrito Federal, a partir de um projeto de autoria do deputado Cláudio Abrantes (PDT), aprovado por unanimidade pela Câmara Legislativa do DF. 

Faremos este ano a nossa 14a. edição com uma equipe de mais de 60 pessoas envolvidas na realização das mostras competitiva e paralela, de oficinas, palestras e debates entre realizadores. Organizamos o primeiro TaguaMapi em 2017, um espaço recriado em 2018 para promover o mercado do audiovisual  por meio de vozes e experiências fundamentais. 

Realizadores e realizadoras dos quatro cantos do país passaram a nos conhecer e a inscrever seus filmes em nosso festival graças ao fato de estarmos no Guia Kinoforum – Festivais de Cinema e Vídeo e integrarmos o Fórum de Festivais.  Somente para a edição deste ano, tivemos quase 700 filmes inscritos para a nossa mostra competitiva. Figurar nas duas listas gerou uma demanda também em relação ao público de fora do DF, demanda a qual respondemos com transmissões em tempo real dos eventos que acontecem no âmbito do festival, levando-o a milhares de pessoas. 

É com imensa alegria que seguimos conquistando novos territórios, em que pese o momento crítico pelo qual passa a cultura do nosso país, particularmente, o cinema nacional. Somos, desde as origens, um espaço de resistência que seguirá florescendo com a força criativa de todos nós que fazemos deste festival a nossa profissão de fé no cinema brasileiro de curta-metragem.



Nossa história de amor pelo cinema dos afetos e da resistência política

Desde a sua criação, há 21 anos, o Festival Taguatinga de Cinema tem como objetivo promover o cinema brasileiro de curta-metragem que existe como expressão da nossa resistência vital e artística. A existência do festival está vinculada a uma produção cinematográfica que reivindica a imagem e a palavra não só para denunciar, mas também para criar desvios poéticos inspirados em vidas que atuam no caminho dos afetos e ampliam seus poderes de realização e mudança até os limites possíveis.

Através de um pensamento curatorial permeável às novas ideias e aos novos movimentos de cinema, nós do Conselho Curatorial do Festival Taguatinga de Cinema estamos comprometidas, pela ética fundadora do festival, com filmes que abraçam a realidade do nosso país, desafiam limites e propagam os avanços políticos, sociais e culturais tecidos na permanência da luta das mulheres, dos LGBTQIA+, dos povos negros, indígenas e das demais populações subalternizadas. 

Nossa atenção está orientada, sobretudo, para os sujeitos que estão filmando em modos de produção não tradicionais, inventando novas formas cinematográficas, visibilizando corpos, legitimando modos de vida e de conduta sintonizados e comprometidos com os avanços civilizatórios. 

Entendemos que curar é acolher e cuidar daqueles realizadores e realizadoras que são marcados pela exclusão sistêmica. Assim, buscamos, com todo amor e cuidado, promover a cura para as desigualdades que são próprias do campo do cinema, combatendo privilégios, colocando em crise mecanismos estruturais que dão visibilidade a certos tipos de filme e mantêm outros na invisibilidade.  

Diante de um conjunto tão diverso de filmes que representam a produção contemporânea brasileira de curtas metragens, entendemos que é nosso dever enxergar e dar a ver certas experiências de natureza social que o novos sujeitos do cinema estão elaborando e projetando para o mundo, valorizando assim outras subjetividades. 

Acreditamos que, procedendo dessa forma, estamos impulsionando um novo pensamento de cinema, no momento em que muitos filmes estão sendo feitos por quem, até bem pouco tempo, pela dificuldade de acesso aos meios de produção audiovisual, era objeto e não sujeito.

Nossa pequena contribuição à escrita da história do cinema brasileiro é no sentido de tornar possível o encontro entre os filmes e o público espectador, pois sabemos que é somente neste encontro que os filmes ganham vida. Ao assumir a nossa condição de passeurs, ou seja, de profissionais que acompanham e protegem os filmes selecionados, como no dizer do crítico de cinema francês Serge Daney, nós corremos com eles todos os riscos. E é isso, precisamente, o que nos anima. 

Nina Rodrigues e Adriana Gomes



O Festival Taguatinga de Cinema 2019 acontecerá em outubro

A realização da 14a. edição do Festival Taguatinga de Cinema se dará de 2 a 5 de outubro, e não mais de 7 a 10 de agosto, como estava previsto inicialmente. A mudança de data se deve ao atraso no anúncio, pelo governo do Distrito Federal, de políticas públicas de incentivo à cultura.  Apesar da campanha que o atual governo está promovendo contra a cultura do DF, a realização do FestTaguá está assegurada porque este é um festival nascido das águas da resistência.

FAC ameaçado

Há anos, o FestTaguá é majoritariamente financiado pelo Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal, um dos mais importantes do país. O FAC-DF é uma conquista da classe artística brasiliense que, embora garanta ao público o acesso a uma enormidade de projetos artísticos, está sob ameaça desde o início do governo de Ibaneis Rocha. Um dos editais lançados e aprovados em 2018 foi recentemente cancelado para que os recursos do fundo fossem destinados à reforma do Teatro Nacional Cláudio Santoro, o que fere a Lei Orgânica de Cultura do DF. O cancelamento, no entanto, foi suspenso em 11 de junho pelo Tribunal de Contas do DF.

Existimos na resistência

Somos parte da Frente Unificada da Cultura, criada este ano para garantir o cumprimento da LOC em sua integralidade, e temos compromisso com o cinema brasileiro de curta-metragem e com o público.  Por isso, como todos os anos, faremos em 2019 uma edição potente do FestTaguá, com filmes que mostram a força e a diversidade criativa da produção brasileira de curtas e com a realização de diversas atividades formativas em parceria com o IFB – Instituto Federal de Brasília –  e do TaguaMAPI, nosso evento de mercado. Resistiremos e floresceremos.



Resultado dos filmes selecionados para a Mostra Competitiva

Depois de dois meses e meio de trabalho, procedendo a uma análise criteriosa dos 668 curtas metragem inscritos na 14a. edição do Festival Taguatinga de Cinema, a Curadoria Oficial do festival divulga a lista com os 22 selecionados. Os filmes estão listados abaixo por ordem alfabética.

  • A Sússia, de Lucrécia Dia Moura (TO)
  • À tona, de Daniella Cronemberger (DF)
  • Boca de Loba, de Bárbara Cabeça (CE)
  • Codinome Breno, de Manoel Batista (RN)
  • Conte isso àqueles que dizem que fomos derrotados, de Aiano Bemfica, Camila Bastos, Cristiano Araújo e Pedro Maia de Brito (MG)
  • De longe, ninguém vê o presidente, de Rená Tardin (SP)
  • Entre parentes, de Tiago Aragão (DF)
  • Leningrado, linha 41, de Dênia Cruz (RN)
  • Megg – A Margem que Migra para o Centro, de Larissa Nepomuceno e Eduardo Sanches (PR)
  • Motriz, de Taís Amordivino (BA)
  • O grande amor de um lobo, de Kennel Rogis e Adrianderson Barbosa (RN)
  • O Jirau da Hydro, de Márcio Crux (PA)
  • O Meu Balão Vai Voar, de Chia Beloto e Rui Mendonça (PE)
  • Onde mora o afeto, de Josianne Diniz (DF)
  • Osmildo, de Pedro Daldegan (DF)
  • ProfanAÇÃO, de Estela Lapponi (SP)
  • Positive Youtubers – A Machinima Documentary, de Leandro Goddinho (SP)
  • Pretas raras, de Gabriela Batista de Gusmão (DF)
  • Quando elas cantam, de Maria Fanchin (SP)
  • Rua da Poesia, de Gabrielle Sousa, Gabriela Luna e Isabela Godoi (RJ)
  • Sair do armário, de Marina Pontes (BA)
  • Terra, de Maurício Ferreira (DF)


FESTIVAL ONLINE | Conheça os dois filmes vencedores

os dois mais votados no festival online

O período de votação do nosso Festival Online encerrou-se às 23h59 de sexta-feira, 31 de maio, e hoje, após três dias dedicados à verificação da validade dos votos recebidos por cada filme, anunciamos com alegria a classificação dos seguintes filmes:

1º Colocado
MIKSANG (O OLHAR AMOROSO), que recebeu um total de 535 votos

2º Colocado
A HISTÓRIA MUDA, com 519 votos

Os dois vencedores do Festival Online estarão entre os 24 curtas da nossa Mostra Competitiva e concorrerão a prêmios ao lado dos 22 curtas selecionados pela curadoria oficial do Festival Taguatinga de Cinema.

A organização do festival informa que, de acordo com o regulamento, o processo de verificação dos votos visa garantir a lisura do processo e, para que isso seja assegurado, são considerados inválidos todos os votos oriundos de e-mails temporários. E-mails dessa natureza oferecem indícios de fraudes em votações online, já que podem ser criados para simples cadastro e depois dispensados sem prejuízo para as respectivas plataformas ou para quem os criou.

O Festival Taguatinga de Cinema, que há 5 edições realiza a Mostra Online como forma de democratizar o acesso à nossa Mostra Competitiva, promovendo a curadoria popular dos filmes inscritos, sabe que esse tipo de evento costuma ser alvo de ataque de crackers que objetivam tão somente prejudicar o processo. Por isso mesmo, estabelecemos regras que podem ser conferidas em nosso regulamento, que é sempre divulgado na abertura do período de inscrições de cada edição do festival. O regulamento de 2019 pode ser conferido aqui: https://bit.ly/2wC8ioq



FESTIVAL ONLINE | Vencedores serão anunciados em 4 de junho

Resultado dia 4 de junho

A votação online para a escolha dos dois curtas que estarão na Mostra Competitiva do Festival Taguatinga de Cinema encerrou-se às 23h59 desta sexta-feira, 31 de maio. A organização do festival tem agora até 4 de junho para anunciar os filmes vencedores. Será verificada a validade dos votos recebidos por cada filme. O procedimento requer a verificação da existência dos e-mails cadastrados.


De acordo com o regulamento do festival, serão anulados os votos resultantes de fraudes e, nos casos em que houver evidências concretas de ações fraudulentas para beneficiar determinado (s) filme(s), o festival poderá desclassificá-lo(s).

Este ano, dos 668 filmes inscritos no FestTaguá, 476 participaram do nosso Festival Online por escolha de seus realizadores e realizadoras. O período de votação online foi mais longo, perfazendo um total de 45 dias, entre 15 de abril e 31 de maio.

Os dois filmes vencedores escolhidos pela curadoria popular estarão entre os 24 curtas da nossa Mostra Competitiva e concorrerão a prêmios ao lado dos 22 curtas selecionados pela curadoria oficial do FestTaguá.



FESTIVAL ONLINE | Uma super vitrine para os filmes brasileiros de curta-metragem

O Festival Taguatinga de Cinema realiza, a cada edição, um festival online de curtas-metragens, disponibilizando centenas de filmes para o público cinéfilo. Através da campanha “Assista e Vote”, o FestTaguá impulsiona a audiência dos curtas e estimula o público a votar nos seus favoritos, oferecendo um espaço democrático relevante de curadoria popular, com milhares de acessos anuais (36 mil em 2018), responsável pela seleção de dois filmes para a nossa mostra competitiva.

A participação no Festival Online do FestTaguá é a garantia, para muitos filmes, de índices imbatíveis de audiência. É o caso do curta Até provar que não, do diretor baiano Lucas C. S. Portela, que em 2018 alcançou a maior visibilidade de sua carreira nos 30 dias em que permaneceu em nosso site participando da votação online. Depois de uma campanha bem sucedida de mobilização nas redes sociais, comandada pelo próprio Lucas, o curta conquistou o primeiro lugar do Festival Online, com um total de 391 votos, e foi visto no site por 1.300 pessoas. Este público representa quase a metade do número total de espectadores alcançados pelo filme até agora, tanto online quanto offline.

Curta-metragem Até provar que não, de Lucas C. S. Portela

Conquistar público e ter chegado à nossa mostra competitiva não foram os únicos ganhos obtidos pelo curta Até provar que nãoem função de sua participação em nosso Festival Online. O diretor Lucas C. S. Portela destaca outra alegria: o encontro em Taguatinga com um público ávido por manifestar pessoalmente a sua admiração pela obra. “Uma vez que o público presente à mostra competitiva já tinha visto o Até provar que não no Festival Online, produziram-se ali diálogos muito produtivos”, diz Lucas.

Em 2017, a produção universitária Dois perdidos numa caixa de papelão, do diretor carioca Armando Lima, foi a campeã da votação online, depois de uma campanha exitosa realizada nas redes sociais e, presencialmente, em eventos da Universidade Estácio de Sá. Armando conta que a participação do filme no Festival Online e, posteriormente, na mostra competitiva do FestTaguá, rendeu bons frutos, garantindo a Dois perdidos outros espaços de exibição. “Por causa da visibilidade que alcançamos na plataforma online do festival, o filme acabou sendo convidado para ser exibido em vários cineclubes do Rio de Janeiro e em eventos promovidos nas favelas cariocas por ONGs culturais , obtendo assim um aumento expressivo do seu público

Curta-metragem Dois perdidos numa caixa de papelão, de Armando Lima

Dos 668 filmes inscritos na mostra competitiva do Festival Taguatinga de Cinema deste ano, 483 curtas participam do Festival Online por livre escolha de seus realizadores. Os dois filmes mais votados pela curadoria popular estarão em Taguatinga de 7 a 10 de agosto participando da nossa mostra competitiva.



FESTIVAL ONLINE | A campanha de sucesso do curta ‘A estranha velha que enforcava cachorros’

O cineasta amazonense Thiago Morais, diretor do curta A estranha velha que enforcava cachorros, entrou com tudo no nosso Festival Online de 2018 e fez bonito. Concorreu com outros 379 filmes e recebeu votos suficientes – um total de 346 – para participar da nossa Mostra Competitiva. Com uma campanha de divulgação bastante criativa, que conquistou parceiros estratégicos e mídia espontânea, Thiago realizou outro feito: alcançou no Festival Online do FestTaguá a maior visibilidade da carreira de seu filme.

Na entrevista concedida à TARAPE TV, Thiago apresenta as estratégias utilizadas para a divulgação do seu filme e fala sobre a importância de sua participação no Festival Online e na Mostra Competitiva do FestTaguá. O filme de Thiago, A estranha velha que enforcava cachorros, é inspirado em conto fantástico do escritor amazonense Carlos Gomes e retrata a relação de um homem com uma estranha beata

Todos os anos, o FestTaguá impulsiona a audiência dos filmes concorrentes do Festival Online e estimula o público a votar nos seus favoritos. Além disso, repassa a cada realizador um kit com material de divulgação online e instruções para a realização de uma campanha de sucesso no WhatsApp, Facebook e Instagram.  

Em 2019, dos 668 filmes inscritos no FestTaguá, 483 curtas participam do Festival Online por livre escolha de seus realizadores, com o objetivo de conquistar mais público e de chegar à nossa Mostra Competitiva através da curadoria popular.



FESTIVAL ONLINE | Saiba como votar

O nosso Festival Online bateu recorde este ano: quase 500 filmes estão disponíveis em nosso site para que o público assista e vote naqueles de sua preferência. Os dois filmes que receberem o maior número de votos participarão da Mostra Competitiva do Festival Taguatinga de Cinema 2019, que acontecerá de 7 a 10 de agosto.

Este ano, o período de votação online termina em 31 de maio. O público terá 46 dias para assistir a 483 filmes brasileiros de curta-metragem de todos os gêneros, realizados de 2017 para cá. O regulamento do Festival Taguatinga de Cinema permite que cada pessoa vote em todos os filmes de sua preferência.

Participar como votante do nosso Festival Online é fácil. Veja o que você deve fazer:

  1. Informe seu nome, e-mail e crie uma senha para fazer login no site, clicando em Cadastro. O botão fica no topo da nossa página, à direita. Se você já fez o cadastro antes, deve pular essa etapa e fazer direto o login.
  2. No menu do site, no alto da primeira página, clique em Filmes.
  3. Assista e vote em todos os seus filmes favoritos.

Caso você esteja interessado(a) em ver filmes de pessoas amigas, faça a busca na página dos filmes clicando no botão Fazer Pesquisa. Aí você digita o nome do(a) diretor(a) ou o título do filme. Simples assim.

Desejamos a todas e todos uma boa maratona de filmes!



↑ Voltar Topo ↑