{"id":1262,"date":"2017-09-16T19:09:27","date_gmt":"2017-09-16T22:09:27","guid":{"rendered":"http:\/\/festivaltaguatinga.com.br\/blog\/?p=1262"},"modified":"2017-09-16T19:09:27","modified_gmt":"2017-09-16T22:09:27","slug":"12o-festival-taguatinga-divulga-a-lista-dos-filmes-selecionados-para-a-mostra-competitiva","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/festivaltaguatinga.com.br\/blog\/12o-festival-taguatinga-divulga-a-lista-dos-filmes-selecionados-para-a-mostra-competitiva\/","title":{"rendered":"12\u00ba Festival Taguatinga divulga a lista dos filmes selecionados para a Mostra Competitiva"},"content":{"rendered":"<p>Em 2017, o Festival Taguatinga de Cinema recebeu a inscri\u00e7\u00e3o de 215 produ\u00e7\u00f5es vindas de 20 estados e do Distrito Federal. A comiss\u00e3o de sele\u00e7\u00e3o analisou todos os inscritos e escolheu 20 curtas-metragens que se destacaram por suas qualidades narrativas, autorais, audiovisuais e tamb\u00e9m pelo di\u00e1logo com tema desta edi\u00e7\u00e3o do Festival, \u201cNossa por\u00e7\u00e3o mulher\u201d. Aos 20 selecionados somam-se os quatro filmes mais votados no site do Festival.<\/p>\n<p>Essas 24 produ\u00e7\u00f5es ser\u00e3o exibidas entre os dias 1\u00ba e 4 de novembro, no Teatro da Pra\u00e7a, em Taguatinga, com entrada franca.<\/p>\n<p>Confira abaixo a lista dos filmes selecionados e, logo depois, os mais votados.<\/p>\n<h2>Selecionados pela curadoria:<\/h2>\n<p><strong>Ainda n\u00e3o lhe fiz uma can\u00e7\u00e3o de amor<\/strong><br \/>\nDire\u00e7\u00e3o: Henrique Arruda<br \/>\nFic\u00e7\u00e3o, 15 min, 2015, RN<br \/>\nGreg e Alessandro est\u00e3o no quarto, se olhando. O sentimento de culpa e nostalgia daquele momento pode marcar para sempre a vida dos dois, mas \u00e9 apenas uma passagem para permitir que o amor caminhe livremente entre eles.<\/p>\n<p><strong>Almeirinda \u2013 A luta continua<\/strong><br \/>\nDire\u00e7\u00e3o: Cibele Ten\u00f3rio<br \/>\nDocument\u00e1rio, 9 min, 2015, DF<br \/>\nUm resgate hist\u00f3rico da vida de Almerinda Farias da Gama, uma das primeiras militantes feministas brasileiras.<\/p>\n<p><strong>Confessionais \u2013 Salvar a si mesma<\/strong><br \/>\nDire\u00e7\u00e3o: Sheila Campos<br \/>\nExperimental, 17 min, 2016, DF, 12 anos<br \/>\nO registro pessoal e sem censuras das viv\u00eancias de uma mulher acima dos 40 anos no in\u00edcio do s\u00e9culo 21.<\/p>\n<p><strong>Close<\/strong><br \/>\nDire\u00e7\u00e3o: Rosane Gurgel<br \/>\nDocument\u00e1rio, 20 min, 2016 CE, livre, livre<br \/>\nJ\u00e9ssica, Suyanne, Bruna e Nath\u00e1lia est\u00e3o detidas na unidade prisional, localizada em Aquiraz, regi\u00e3o metropolitana de Fortaleza. Um espa\u00e7o, v\u00e1rias hist\u00f3rias, a mesma esperan\u00e7a compartilhada por todas: resistir e lutar pelo fim do preconceito.<\/p>\n<p><strong>Cr\u00f4nicas do meu sil\u00eancio<\/strong><br \/>\nDire\u00e7\u00e3o: Beatriz Pessoa<br \/>\nFic\u00e7\u00e3o, 8 min, 2016, SP, 12 anos<br \/>\nHist\u00f3rias que se cruzam. Sil\u00eancios que se reconhecem. Um manifesto sobre a viol\u00eancia contra a mulher retratado em tr\u00eas depoimentos baseados em situa\u00e7\u00f5es cotidianas.<\/p>\n<p><strong>Diamante, o bailarino<\/strong><br \/>\nDire\u00e7\u00e3o: Pedro Jorge<br \/>\nFic\u00e7\u00e3o, 20 min, SP, 12 anos<br \/>\nVoe como uma borboleta, ferroe como uma abelha.<\/p>\n<p><strong>Divina Luz<\/strong><br \/>\nDire\u00e7\u00e3o: Ricardo S\u00e1<br \/>\nDocument\u00e1rio, 14 min, 2017, ES, 12 anos<br \/>\nO pensamento libert\u00e1rio de Luz Del Fuego, a bailarina naturalista que incendiou o Brasil nos anos 50 e que em 2017 completaria 100 anos.<\/p>\n<p><strong>Do corpo da Terra<\/strong><br \/>\nDire\u00e7\u00e3o: Julia Mariano<br \/>\nDocument\u00e1rio, 23 min, RJ, livre<br \/>\nRetrato de como quatro mulheres do Coletivo de Sa\u00fade do MST mudaram suas vidas na rela\u00e7\u00e3o com a terra e com seus corpos.<\/p>\n<p><strong>Fora do Plano<\/strong><br \/>\nDire\u00e7\u00e3o: Raul de Lima<br \/>\nDocument\u00e1rio, 18 min, DF, livre<br \/>\nCinco integrantes da comunidade LGBTQ compartilham experi\u00eancias e viv\u00eancias nas cidades ao redor da capital brasileira.<\/p>\n<p><strong>Encontre-me l\u00e1<\/strong><br \/>\nDire\u00e7\u00e3o: Caio Alvarenga, Ricardo Estevam e Catarina Almeida<br \/>\nFic\u00e7\u00e3o, 12 min, 2016, RJ, 18 anos<br \/>\nPresa num casamento desgastado, Sara descobre em Bruna uma nova forma de amar. Ap\u00f3s sua separa\u00e7\u00e3o, Sara se v\u00ea finalmente livre. Mas ser\u00e1 Bruna a liberdade que tanto procura?<\/p>\n<p><strong>Eu\u00e1, a Fonte<\/strong><br \/>\nDire\u00e7\u00e3o: Renato Barbieri e Adriana Meirelles<br \/>\nAnima\u00e7\u00e3o, 5 min, 2017, DF, livre<br \/>\nO universo particular de lendas tradicionais do imagin\u00e1rio brasileiro.<\/p>\n<p><strong>Ikini<\/strong><br \/>\nDire\u00e7\u00e3o: Fernanda Rondon<br \/>\nExperimental, 8 min, 2016, RJ, livre<br \/>\nUm filme sobre corpo e presen\u00e7a. Assim como a terra \u00e9 marcada pelo tempo, cada corpo traz uma escrita invis\u00edvel cravada na pele ao longo da vida. <em>Ikini<\/em> fala do feminino e suas conex\u00f5es com a terra.<\/p>\n<p><strong>Luiz<\/strong><br \/>\nDire\u00e7\u00e3o: Alexandre Estevanato<br \/>\nFic\u00e7\u00e3o, 16 min, 2017, SP, livre<br \/>\n\u00c0s vezes esquecemos de valorizar quem realmente importa no dia a dia e quando nos damos conta, pode ser tarde demais. Prepare-se para um verdadeiro resgate a certos sentimentos familiares. Hoje voc\u00ea j\u00e1 disse que ama?<\/p>\n<p><strong>Mucamas<\/strong><br \/>\nDire\u00e7\u00e3o: Coletivo N\u00f3s, Madalenas<br \/>\nDocument\u00e1rio, 15 min, SP, livre<br \/>\nA hist\u00f3ria da vida de mulheres que s\u00e3o ou j\u00e1 foram empregadas dom\u00e9sticas, escancarando suas lutas e desigualdades. Filme dirigido pelas filhas dessas protagonistas, e por isso prop\u00f5e tamb\u00e9m uma importante reflex\u00e3o sobre representatividade e a constru\u00e7\u00e3o de narrativas populares.<\/p>\n<p><strong>N\u00f3<\/strong><br \/>\nDire\u00e7\u00e3o: Pedro Gui<br \/>\nExperimental, 14 min, MG, livre<br \/>\nUm teste de elenco \u00e9 encardo por Ana como a \u00faltima cartada de sua carreira. A trajet\u00f3ria de <em>N\u00f3<\/em> permeia essa dualidade entre ator\/atriz e personagem. Cada vez que Ana se liberta de si mesma, chega mais pr\u00f3ximo de se tornar a personagem.<\/p>\n<p><strong>Ouroboros<\/strong><br \/>\nBeatriz Pessoa e Guilherme Andrade<br \/>\nFic\u00e7\u00e3o, 17 min, 2017, SP, 16 anos<br \/>\nUm pai se torna selvagem em busca de vingan\u00e7a, mas desconhece que, em seu pr\u00f3prio habitat, ele tamb\u00e9m \u00e9 um animal.<\/p>\n<p><strong>Pretas no hip hop<\/strong><br \/>\nDire\u00e7\u00e3o: Priscila Francisco Pascoal<br \/>\nDocument\u00e1rio, 14 min, 2017, DF, livre<br \/>\nMulheres negras falam em primeira pessoa sobre suas experi\u00eancias e trajet\u00f3rias na cultura hip hop enquanto rappers, break dancers, grafiteiras e DJs e deixam seu recado para outras pretas.<\/p>\n<p><strong>Sustento<\/strong><br \/>\nDire\u00e7\u00e3o: Sylara Silv\u00e9rio<br \/>\nDocument\u00e1rio, 1 min, PE, livre<br \/>\nSustento \u00e9 um rio de \u00e1gua rasa. Nele, se pesca da rua a casa, do que se \u00e9 ao que se v\u00ea. \u00c9 a correnteza que se vence \u00e0 for\u00e7a, \u00e9 a sutileza que se renova a cada mar\u00e9.<\/p>\n<p><strong>Tekoha \u2013 Som da Terra<\/strong><br \/>\nDire\u00e7\u00e3o: Rodrigo Arajeju e Valdelice Veron (Xamiri Nhupoty)<br \/>\nDocument\u00e1rio, 20 min, 2017, DF, 12 anos<br \/>\nNossas m\u00e3es lideram a retomada do Tekoha Takuara pelo nosso modo de ser e viver \u2013 Nhande reko. O agroneg\u00f3cio avan\u00e7a sobre corpos-terras ind\u00edgenas no Mato Grosso do Sul. A luta para recuperar as terras sagradas, a ess\u00eancia da vida na nossa cosmovis\u00e3o. O luto pelo genoc\u00eddio Kaiowa e Guarani no Brasil.<\/p>\n<p><strong>Transl\u00facidos<\/strong><br \/>\nDire\u00e7\u00e3o: Asaph Luccas e Guilherme Candido<br \/>\nDocument\u00e1rio, 14 min, 2015, SP, livre<br \/>\nA vida de pacientes presos em uma cl\u00ednica de tratamento de disforia de g\u00eanero. Ali, transg\u00eaneros vivem a base de medicamentos e t\u00e9cnicas de avers\u00e3o, fazendo um claro coment\u00e1rio sobre a presen\u00e7a de transgeneridade na classifica\u00e7\u00e3o internacional de doen\u00e7as (CID).<\/p>\n<h2>Os quatro filmes mais votados no site:<\/h2>\n<p><strong>Apesar de tudo<\/strong><br \/>\nDire\u00e7\u00e3o: Janaina D\u00f3rea<br \/>\nFic\u00e7\u00e3o, 18 min, 2017, RJ, livre<br \/>\nJoana recebe uma carta da m\u00e3e, com quem n\u00e3o fala h\u00e1 muito tempo, e decide ir ao encontro dela. Entre m\u00e1goas e ressentimentos, uma descoberta as faz refletir sobre o quanto tudo pode ser t\u00e3o ef\u00eamero e fugaz.<\/p>\n<p><strong>Deuteron\u00f4mio 22<\/strong><br \/>\nDire\u00e7\u00e3o: \u00c9rico Luz<br \/>\nFic\u00e7\u00e3o, 5 min, 2016, SP, 16 anos<br \/>\nEm um lugar pobre, distante e atemporal, a predomin\u00e2ncia da viol\u00eancia e da cultura do estupro faz ocorrer um milagre que levantar\u00e1 uma quest\u00e3o a respeito da doutrina de justi\u00e7a, mas tamb\u00e9m sobre o ideal do livre-arb\u00edtrio.<\/p>\n<p><strong>Dois perdidos numa caixa de papel\u00e3o<\/strong><br \/>\nDire\u00e7\u00e3o: Armando Lima<br \/>\nFic\u00e7\u00e3o, 11 min, 2017, RJ, 16 anos<br \/>\nPor causa da fome, duas catadoras de lixo s\u00e3o levadas a furtar e consequentemente vivem a pior noite de suas vidas.<\/p>\n<p><strong>Saia de boneca<\/strong><br \/>\nDire\u00e7\u00e3o: Vanessa Cunha<br \/>\nFic\u00e7\u00e3o, 7 min, 2016, RJ, livre<br \/>\nConflitos femininos, toda a opress\u00e3o oriunda de padr\u00f5es est\u00e9ticos e boas maneiras moralmente impostas pela sociedade. Imagens irreais s\u00e3o argumentos cr\u00edticos que ilustram a psique da personagem. Um universo l\u00fadico e colorido repleto de um sombrio sentimento de culpa.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em 2017, o Festival Taguatinga de Cinema recebeu a inscri\u00e7\u00e3o de 215 produ\u00e7\u00f5es vindas de 20 estados e do Distrito Federal. A comiss\u00e3o de sele\u00e7\u00e3o analisou todos os inscritos e escolheu 20 curtas-metragens que se destacaram por suas qualidades narrativas, autorais, audiovisuais e tamb\u00e9m pelo di\u00e1logo com tema desta edi\u00e7\u00e3o do Festival, \u201cNossa por\u00e7\u00e3o mulher\u201d. 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