Categoria: oficinas

ÚLTIMO DIA DA OFICINA DE REALIZAÇÃO AUDIVOSUAL

A Oficina de Realização Audiovisual chega hoje à sua última etapa. Depois de muitas discussões sobre representação social, construção da realidade e ponto de vista, a turma partiu para a produção de um roteiro que tinha como objetivo reconstruir a realidade da Praça do Relógio em Taguatinga, com uma abordagem poética sobre o tema “Cultura de paz” e utilizando a ficção e o documentário como ferramenta de construção da narrativa.

A Praça do Relógio é símbolo de Taguatinga, fica no centro da cidade e, como todo centro, sofre com o descaso do Estado, dos comerciantes e da população de maneira geral. Mesmo assim, ainda é um ambiente onde se reúnem jovens, escritores, estudantes, drogados, prostitutas, turistas, artistas, moradores de rua e pessoas comuns que vêm e vão por aquele espaço.

É dentro desse contexto diverso e plural que surgiu a proposta do filme a ser realizado. Os alunos da oficina fizeram várias visitas à Praça do Relógio e, entre vindas e idas, encontraram a motivação necessária para fazer o filme que será exibido no sábado, 26 de abril, na cerimônia de encerramento da 11ª edição do Festival Taguatinga de Cinema.

Não percam!

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Balanço da Oficina de Realização Audiovisual

Desde o dia 27 de março estão sendo ministradas no Teatro da Praça (Taguatinga), às terças e quintas, as aulas da Oficina de Realização Audiovisual Popular. O professor William Alves, cineasta e diretor do Festival Taguatinga de Cinema, está animado com a condução da oficina e, na entrevista abaixo, faz um balanço dessa atividade (que segue até 22 de abril).

É possível apontar um perfil dos alunos?
Sim, é um grupo muito diverso. Temos o mais jovem com 18 anos e o mais velho com 50. Além disso, são pessoas de localidades e realidades totalmente diferentes, cada um de uma cidade satélite. Temo um raper de Brazlândia, uma jornalista do Riacho Fundo 2, um blogueiro político da Ceilândia, um produtor de vídeos de Taguatinga, um professor de inglês da M Norte, uma francesa que mora na Asa Sul (e que retornou para o Brasil há apenas dois meses), uma fotógrafa e uma antropóloga que trabalha com violência doméstica. Enfim, é um público altamente qualificado e com experiências riquíssimas.

Os alunos já tinham experiência audiovisual ou estão começando agora?
De certa forma, a maioria deles já possui experiência com audiovisual, ainda que sejam experiências mais simples e menos complexas no que diz respeito à produção. Mas temos também aqueles que estão começando.

Quais são as dúvidas mais constantes dos alunos?
As dúvidas são muitas, desde como se faz um roteiro até como se filma para internet. Mas na medida que caminhamos, percebemos que existem questões primeiras e uma delas é desenvolver uma capacidade de compreensão e entendimento das imagens cotidianas a que estamos submetidos. Esse entendimento é que nos possibilita desenvolver projetos de filmes e vídeos de maneira mais consciente. A oficina é pautada por uma discussão que privilegie a compreensão da realidade que nos circunda. Trabalhamos com conceitos de representação social, ponto de vista e construção da realidade. O objetivo é criar um ambiente de reflexão sobre a realidade e as imagens que povoam esse universo. E a partir disso construirmos um entendimento coletivo do todo e um certo nivelamento conceitual. Desse ponto em diante, considero que todos estão preparados para iniciar os processos de construção e realização das narrativas que serão filmadas, pois a oficina é de realização audiovisual e objetivamos que os alunos façam filmes – os quais serão exibidos na cerimonia de encerramento do Festival Taguatinga de Cinema.

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Último dia da Oficina de TV Digital

Termina hoje a Oficina de Desenvolvimento em TV Digital, uma das atividades do 11º Festival Taguatinga de Cinema. As aulas começaram na última segunda-feira e têm como objetivo apresentar para os alunos conteúdos que os permitem, ao final da oficina, construir programas audiovisuais interativos para TV digital, com diversas formas de sincronismo de mídias, interação do usuário e adaptações.

O ministrante Watson Odilon se diz bastante satisfeito com a oficina: “Esta é a quarta oficina desse tipo que eu dou. E, com certeza, esta foi a melhor turma. Como a maioria dos participantes estuda sistemas de informação, eles tiveram muita facilidade de aprendizado”.

Os três melhores alunos ganharão o direito de participar de projeto Global ITV (http://www.gingadf.com.br/blogGinga/?p=2778), parceria da Universidade Católica de Brasília (onde a oficina foi realizada) com o CNPQ. “É um projeto de plataforma hibrida, que funcione entre todos os ambientes de TV digital, com aplicativos de outros formatos”, detalha Watson. A resposta dos alunos para a oficina foi tão positiva que eles estão propondo fazer outros encontros para implementar o aprendizado.

Além da melhor qualidade de áudio e vídeo, a TV Digital pode proporcionar ao usuário conteúdo interativo, mesmo sem conexão à internet, sendo assim uma poderosa ferramenta na distribuição de informações e prestação de serviços, em especial para comunidades de baixa renda, sem acesso à rede mundial de computadores.

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Confira fotos da Oficina de Audiovisual

A oficina de Realização Audiovisual Popular começou em 27 de março. As aulas, sempre às terças e quintas, das 14h30 às 18h, no Teatro da Praça (Taguatinga Centro), seguem até 22 de abril e são ministrada por William Alves, cineasta e diretor do Festival Taguatinga de Cinema. Confira algumas fotos da primeira aula da oficina.

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Seminário TV Digital: Professor argentino comenta TV Digital

Amanhã será realizado o Seminário de Desenvolvimento de TV Digital (http://www.gingadf.com.br/seminario/ii/#), a partir das 8h, no auditório do bloco K da Universidade Católica de Brasília. As inscrições pode ser feitas até hoje: http://festivaltaguatinga.com.br/inscricoes/2014/seminario/oficina. Entre os palestrantes convidados está o professor argentino Julio Bertolotti. Em entrevista por e-mail, o professor comenta alguns tópicos interessantes referentes ao uso da TV Digital. A entrevista completa, em espanhol está logo abaixo:

Festival Taguatinga: Qual a sua visão sobre e TV Digital?

Julio: Não acredito que qualquer tecnologia em si mesma pode ser considerada revolucionária sem levar em conta o uso ou aplicação que se possa dar numa sociedade, um grupo humano, ou, ainda, um indivíduo. Tendemos a pensar, com certeza induzidos pelo marketing, que os dispositivos ou avanços técnicos são simplesmente revolucionários. A televisão digital é, antes de tudo, uma evolução da televisão analógica que melhora notavelmente a qualidade e capacidade de transmissão de imagens e sons, facilita um melhor uso do espectro radiofônico e incorpora novas prestaçõe ou serviços como, por exemplo, a interatividade. Não quero estender-me na discussão do que é TV Digital e o que não é, para qualquer usuário ou telespectador não está claro o limite entre um serviço de televisão via satélite digital e um conteúdo de vídeo transmitido por internet ou a televisão digital terrestre. Agora, falemos de TDT ou televisão digital terrestre. Creio que o desenvolvimento da televisão digital terrestre em nossos países não é apenas um intercâmbio ou atualização dos transmissores e receptores, mas uma oportunidade de ampliar as capacidades de comunidades até hoje isoladas, firmando a necessidade de discutir as politicas de comunicação para projetar novas estratégias e conteúdos superadores. A interatividade é uma oportunidade de estabelecer vínculos enriquecedores entre TV e internet e outras meios. Abre-se um horizonte para a geração de novos serviços informativos e participativos. Isso, tenho certeza, não é revolucionário para um habitante de Tóquio ou de Nova York, mas sim para um cidadão de nossos países nos quais o acesso à tecnologia é mais caro e difícil.

Festival Taguatinga: 1) La televisión digital puede ser considerado revolucionaria? ¿Por qué?

Julio: No creo que ninguna tecnología en sí misma pueda ser considerada revolucionaría sin tener en cuenta el uso o aplicación que le pueda dar una sociedad, un grupo humano o, incluso, un individuo. Tendemos a pensar, seguramente inducidos por el marketing, que los dispositivos o avances técnicos son revolucionarios sin más. La televisión digital es, antes que nada, una evolución de la televisión analógica que mejora notablemente la calidad y capacidad de transmisión de imágenes y sonidos, facilita un mejor uso del espectro radioeléctrico e incorpora nuevas prestaciones o servicios como, por ejemplo, la interactividad. No quiero extenderme en la discusión de qué es TV digital y qué no; para cualquier usuario o televidente no está claro el límite entre un servicio de televisión satelital digital y un contenido de video transmitido por internet o la televisión digital terrestre.
Ahora, hablemos de TDT o televisión digital terrestre. Creo que el despliegue de la televisión digital terrestre en nuestros países no es solamente un recambio o actualización de los transmisores y receptores, sino una oportunidad de ampliar las capacidades de cobertura de comunidades hasta hoy aisladas, planteando la necesidad de rediscutir las políticas de comunicación para diseñar nuevas estrategias y contenidos superadores. La interactividad es una posibilidad de establecer vínculos enriquecedores entre la TV e internet y otros medios. Se abre un horizonte para la generación de nuevos servicios informativos y participativos. Esto, estoy seguro, no es revolucionario para un habitante de Tokio o de Nueva York, pero si lo es para un ciudadano de nuestros países en los que el acceso a la tecnología es más costoso y difícil.

Creo que la producción de contenidos audiovisuales requiere de una o varias revoluciones. Es preciso que los productores de contenidos, en el sentido más amplio del término, desde los guionistas hasta los diseñadores, pasando por los directores y desarrolladores de software, trabajen en conjunto con otras disciplinas – ingenierías, psicología, sociología, marketing, etc.- para repensar los modos de producción, más allá de la calidad de la imagen, para explorar nuevos procedimientos y poéticas que enriquezcan el medio. Esto implica no dar por sentado y cerrado el Medio, la televisión, sino ponerse en el lugar de rediseñar el medio. Buscar la convergencia y la hibridez entre los medios, los contenidos y las audiencias, sin olvidarnos de las otras plataformas. Así sí podríamos estar en un terreno fértil para las revoluciones.

Festival Taguatinga: 2) En su opinión, ¿en cuánto tiempo brasileños y argentinos van a usar la televisión digital de forma regular?

Julio: Estamos cerca, tenemos muchísimo en común, pero algunas diferencias.

Podríamos responder a esta pregunta con las fechas establecidas para el apagón analógico, es decir el momento en el que los transmisores analógicos de televisión se apaguen para que solo funcionen los digitales. En la Argentina sigue programado para el 2019; en Brasil tengo entendido que se pospuso para el 2018 y que podría volver a posponerse para el 2020. Hay que considerar de todos modos que es un proceso gradual, que habrá localidades o regiones en los que, incluso, ya se puede haber producido.

Argentina ya tiene 82 plantas de transmisión operativas, lo cual cubre potencialmente el 82% de la población[1], pero gran parte de ese público posible está siendo irradiado pero no tiene instalados aún los nuevos receptores que permitan sintonizar la señal digital. Esta red de plantas transmisoras pertenece a la empresa ARSAT que retransmite los canales públicos y ofrece el servicio de transmisión a los canales locales privados.

Por otra parte, y esto es una diferencia con respecto a Brasil, Argentina tiene un porcentaje altísimo de la población conectada a la televisión paga por cable. Las empresas proveedoras de servicio de cable tienen la obligación de incorporar las señales de aire que estén en su zona de cobertura. Surge la discusión sobre los servicios anexos, la interactividad, por ejemplo, y la necesidad de desarrollar sistemas que permitan el acceso a estos nuevos recursos tanto para aquellos que tengan un receptor de televisión digital por aire como para los que estén viendo la señal a través de una conexión de cable.

Es necesario tener políticas activas tanto para la instalación y adecuación de las plantas transmisoras, como para facilitar la producción y adquisición de los dispositivos receptores. Esto es política industrial en relación con la política comunicacional.

En Argentina se entregaron decodificadores gratuitamente a familias de bajos recursos y a jubilados pero esto se realizó sin suficiente información y sin que hubiera una fuerte oferta de canales digitales. Debemos ser informados convenientemente, no solamente como consumidores, sino como ciudadanos. Muchos están comprando una costosa pantalla de LED que no tiene actualizado el software para la interactividad. Como podemos ver estamos en medio de un proceso con muchas facetas que requiere de grupos de trabajo multidisciplinarios que vean más allá del circunstancial cambio de un aparato de televisión por otro.

Festival Taguatinga: 3) ¿Podría comentar en una breve declaración sobre el asunto que usted discuta en el Seminario en Brasília?

Julio: Durante el Seminario trataré de describir con más detalle el estado del despliegue de la televisión digital en Argentina y mostraré algunos de los desarrollos producidos por las Universidades Nacionales en el campo de la interactividad. Mi punto de vista es el de un productor de contenido. Intentaré extender la reflexión hacia otros recursos tecnológicos ya incorporados por gran cantidad de población (internet, la telefonía móvil, por ejemplo) y la necesaria complementación de esos medios y la televisión.



Inscreva-se na Oficina de TV Digital

Termina hoje o período de inscrição para a Oficina de TV Digital, que será realizada entre 31 de março e 4 de abril, no laboratório de informática do bloco K da Universidade Católica de Brasília. A oficina é gratuita. As inscrições podem ser feitas no link: http://festivaltaguatinga.com.br/inscricoes/2014/seminario/oficina.

Conheça mais sobre a oficina aqui: http://www.gingadf.com.br/seminario/ii/#

A oficina será ministrada por Watson Odilon, aluno de Mestrado em Comunicação na UCB, pós-graduado em Sistemas Distribuídos pela UnB, trabalha como analista de sistemas do Conselho Federal da OAB, é membro da Associação Cultural Faisca e Coordenador do Grupo Ginga-DF, tem mais de 13 anos de experiência em desenvolvimento de softwares e pelo menos 6 anos em desenvolvimento de aplicativos interativos para TV Digital.

Confira abaixo uma entrevista na qual Watson dá alguns detalhes sobre a oficina e seu assunto principal:

Muita gente não sabe o que é a TV Digital. Quando alguém te pergunta o que é a TV Digital, o que você costuma responder?
TV Digital é a melhora na qualidade do som e da imagem, além dessas duas coisas que já fazem muita diferença no assistir televisão, também teremos aplicações interativas, onde o telespectador deixa de ficar numa posição passiva na frente da televisão e passa a interagir através do controle remoto, podendo ver mais informações sobre o programa que está assistindo, isso tudo sem necessidade de estar conectado com a internet, agora se tiver conexão com a internet será possível até responder enquetes.

Para você, qual a importância da TV Digital?
Uma das principais que posso dizer é a inclusão social, através da TV Digital as pessoas que não possuem acesso a internet poderão receber pela televisão informações úteis sem sair de casa. O Projeto Brasil 4D realizado na Paraíba com famílias que recebem o Bolsa Família (http://www.gingadf.com.br/blogGinga/?p=2601), foi disponibilizado aplicativos interativos com informações sobre saúde, empregos, informações financeiras, etc, e mostrou que essas famílias conseguiram reduzir despesas.

Na sua percepção, em quanto tempo os brasileiros encararão a TV Digital como algo do dia a dia, algo que todo mundo usa?
Isso acontecerá muito rápido, só que para isso acontecer o governo tem que divulgar com campanhas nacionais e apresentar os benefícios que a TV Digital tem.

Os leigos no assunto podem acreditar que estarão aptos a fazer uma aplicações interativas básica para TV Digital depois da oficina?
Sem dúvida, após essa oficina todos terão conhecimento suficiente para desenvolverem aplicações básicas utilizando praticamente todas as funções do controle remoto.



Seminário TV Digital: Conheça os palestrantes

Um dos objetivos do Festival Taguatinga de Cinema é oferecer cursos, oficinas e seminários que auxiliem na formação de novos profissionais e sirvam de complemento para aqueles que já trabalham na área. Em parceria com a Ginga-DF e a Associação Cultural FAISCA, o festival promoverá em 28 de março, das 8h às 12h e das 14h às 18h, o II Seminário de Desenvolvimento em TV Digital – Ginga-DF, que será realizado no auditório do bloco M da Universidade Católica de Brasília (EPCT QS 07 Lote 01, Taguatinga Sul – DF). O seminário é gratuito e as inscrições estarão abertas até o dia 27 de março pelo link http://festivaltaguatinga.com.br/inscricoes/2014/seminario/oficina.

No site http://www.gingadf.com.br/seminario/ii/# você poderá conhecer os assuntos que estarão em debate e os horários de cada palestra. Segue abaixo o perfil da cada um dos palestrantes, todos eles profissionais com anos de experiência e grande conhecimento em TV Digital. Nos próximos dias, confira aqui no site entrevistas com alguns dos palestrantes sobre esta área da produção audiovisual que está em franca expansão.

Zalkind Lincoln (DF)
Palestrante internacional e empreendedor serial com mais de 20 anos de experiência, possui mestrado em engenharia de software e vem contribuindo para a especificação e divulgação do padrão brasileiro de TV digital em vários países da Am´rrica do Sul, América Central e África.

Julio Bertolotti (Argentina)
Professor pós-graduado em indústria cultural na Universidad Nacional de Tres de Febrero (Buenos Aires), diretor no NeoTVLab – UNTREF, diretor-adjunto do Centro de Produção Audiovisual na Universidad Nacional de Tres de Febrero.

Alexandre Kieling (DF)
Possui graduação em Comunicação Social pela Universidade Federal de Santa Maria (RS) (1985), especialização em cinema e TV (2000) mestrado (2004) e doutorado (2009) em Ciências da Comunicação pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos (RS). Desenvolveu uma pesquisa sobre interatividade na TV, tendo feito estágio doutoral na Sorbonne Nouvelle Paris 3, na França. É professor do Programa de Mestrado em Comunicação e da Graduação em Comunicação da Universidade Católica de Brasília. Tem experiência em produção e gestão de realização audiovisual, especialmente em televisão. Atua e pesquisa com ênfase nos seguintes temas: digitalização das mídias, TV digital, televisão brasileira, interatividade.

Valdecir Becker (PB)
É jornalista, mestre em engenharia e gestão do conhecimento (2006,UFSC) e doutor em ciências (engenharia elétrica, 2011, USP). Professor no Centro de Informática da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) e pesquisador do LAViD – Grupo de Pesquisa em Aplicações de Vídeo Digital. Também é vice-diretor editorial da Sociedade Brasileira de Engenharia de TV (SET). Ao longo dos anos, participou de vários projetos acadêmicos relacionados à digitalização da TV, estudando novos formatos de conteúdos convergentes e multiplataformas. É autor de livros e artigos científicos sobre TV digital, interatividade, audiência, IHC, usabilidade e transmídia.

Luiz Fernando (RJ)
Formado em engenharia elétrica-eletrônica, pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro. Obteve o M.Sc. em engenharia elétrica pela mesma universidade, assim como o doutorado em informática. O pós-doutorado em ciência da computação foi obtido pela École Nationale Superieure des Télécommunications – Paris. Membro titular da Academia Nacional de Engenharia. Professor Titular do Departamento de Informática da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro. Foi o responsável pelo desenvolvimento do middleware Ginga-NCL do Sistema Brasileiro de TV Digital e Recomendação ITU-T para serviços IPTV. É o atual representante da academia no Módulo Técnico da Câmara Executiva do Fórum de TV Digital Brasileiro e de seu Conselho Deliberativo. É co-editor do H.761 WG 16 no ITU-T e Coordenador do GT de Middleware do Fórum SBTVD.

Cosette Espindola de Castro (DF)
Pós-doutora em comunicação pela Cátedra da Unesco em Comunicação e Desenvolvimento Regional. Doutora pela Universidad Autonoma de Barcelona – Espanha. Professora da Pós-Graduação em Comunicação na Universidade Católica de Brasília – UCB. Coordenadora do GT Conteúdos Digitais do Plano eLAC 2015 para Sociedade da Informação na América Latina e Caribe; Coordenadora do GP Conteúdos Digitais e Convergência Digital da INTERCOM; Vice-Coordenadora do GI de Comunicação Digital da Associação dos Pesquisadores em Comunicação Digital – ALAIC. Autora dos livros Midias Digitais e Convergência Tecnológica (2005) e Comunicação Digital (2008). Seu trabalho de pós-doutorado sobre “Produção de conteúdos digitais como estratégia de desenvolvimento” está disponível na internet.

Cristiana Feitas (DF)
Possui graduação em design de interfaces gráficas pela Faculdade Brasília de Tecnologia, Ciências e Educação (2006) e mestrado em televisão digital, informação e conhecimento pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (2011). Atualmente é diretora – TECER Comunicação Interativa, professora auxiliar do Instituto de Educação Superior de Brasília e coordenadora da Empresa Brasil de Comunicação. Tem experiência na área de comunicação, com ênfase em comunicação visual, atuando principalmente nos seguintes temas: tv digital, conteúdo audiovisual interativo, ginga-ncl, convergência de mídias e conteúdo audiovisual.

André Barbosa (DF)
Pesquisador em ciências da comunicação, especialmente em mídias digitais, estratégias para desenvolvimento de politicas públicas na área de comunicação digital. Especializações: TV Digital, Rádio Digital, estruturas de redes de radiodifusão, gestão de politicas pública.



Oficina de Realização: Detalhes sobre as aulas

A oficina de Realização Audiovisual Popular começa em 27 de março. As aulas serão sempre às terças e quintas, das 14h30 às 18h, no Teatro da Praça (Taguatinga Centro), até 22 de abril. A oficina é gratuita e as inscrições podem ser feitas até 25 de março, aqui mesmo no site: http://festivaltaguatinga.com.br/?page_id=313.
 
Já se inscreveu? Então corra, pois as vagas são limitadas!
 
A oficina será ministrada por William Alves, cineasta e diretor do Festival Taguatinga de Cinema. Ele comenta que a metodologia de aprendizagem será simples e permitirá a qualquer pessoa compreender as técnicas utilizadas na produção de vídeos e filmes, tanto para a internet quanto para televisão e cinema:
 
“A dinâmica das aulas é baseada na observação de algumas produções audiovisuais, além de exercícios práticos. A oficina será feita de encontros presenciais e terá uma característica colaborativa e continuada de troca de saberes. Quem já tem alguma experiência audiovisual terá a oportunidade de potencializar seu conhecimento a partir das conversas, práticas, observações e exercícios que serão propostos pela oficina”, explica William.
 
Para complementar o conteúdo, serão trabalhados textos que colaboram nas discussões levantadas durante as aulas.


Oficina de Realização: Nova data da Oficina de Audiovisual

Parte integrante da programação do 11º Festival Taguatinga de Cinema, a Oficina de Realização Audiovisual Popular teve sua data alterada. Agora, a oficina, totalmente gratuita, começará em 27 de março. As aulas serão às terça e quintas, das 14h30 às 18h, no Teatro da Praça (Taguatinga Centro) e seguem até 22 de abril.

Podem participar pessoas com ou sem experiência na área. São oferecidas 20 vagas e as inscrições podem ser feitas até domingo (23/03), aqui mesmo no site do festival (http://festivaltaguatinga.com.br/?page_id=313).

Toda a infraestrutura técnica será oferecida pela Associação Cultural FAISCA, em parceria com o Centro de Rádio e Televisão da Universidade Católica de Brasília.

A oficina de Realização Audiovisual Popular será ministrada por William Alves, cineasta e diretor do Festival Taguatinga de Cinema. Seu último filme é um documentário/ficção de 52 minutos intitulado Filme Pirata, longa-metragem feito para ser exibido na internet e disponível no site www.filmepirata.net.

Nas aulas, os participantes terão contato com diversos conteúdos que os permitirão produzir seus próprios vídeos. Além dessas informações, serão discutidos conceitos éticos e estéticos para que os alunos tenham consciência dos efeitos e consequências que uma produção audiovisual pode causar no espectador.

Um dos exercícios práticos da oficina consiste na produção – desde a elaboração do argumento até a montagem – de um vídeo. Os resultados serão exibidos em 26 de abril, na cerimonia de encerramento do Festival Taguatinga de Cinema.



Realização Audiovisual: 1ª Oficina de Realização Audiovisual Popular Festival Taguatinga

Fly Oficina RealizaçãoComo se faz um vídeo? Quais são as técnicas básicas de roteiro, filmagem, edição e finalização de uma produção audiovisual? Um dos objetivos do Festival Taguatinga de Cinema é justamente transmitir esses conhecimentos. Entre os dias 18 de março e 17 de abril, às terça e quintas, das 14h30 às 18h, será ministrada no Teatro da Praça (Taguatinga Centro), a Oficina de Realização Audiovisual Popular. Podem participar pessoas com ou sem experiência na área. A oficina é gratuita e as inscrições (20 vagas) podem ser feitas aqui mesmo no site do festival (http://festivaltaguatinga.com.br/?page_id=313). Toda a infraestrutura técnica será oferecida pela Associação Cultural FAISCA, em parceria com o Centro de Rádio e Televisão da Universidade Católica de Brasília.

Ao longo das aulas, os participantes terão contato com diversos conteúdos que os permitirão produzir seus próprios vídeos. Além dessas informações, serão discutidos conceitos éticos e estéticos para que os alunos tenham consciência dos efeitos e consequências que uma produção audiovisual pode causar no espectador.

Um dos exercícios práticos da oficina consiste na produção – desde a elaboração do argumento até a montagem – de um vídeo. Os resultados serão exibidos em 26 de abril, na cerimonia de encerramento do Festival Taguatinga de Cinema.

A oficina de Realização Audiovisual Popular será ministrada por William Alves, cineasta e diretor do Festival Taguatinga de Cinema. Seu último filme é um documentário/ficção de 52 minutos intitulado Filme Pirata, longa-metragem feito para ser exibido na internet e disponível no site www.filmepirata.net.

A 1ª Oficina de Realização Audiovisual Popular é uma atividade proposta pelo Ponto de Cultura Mundo Olhares Saberes em parceria com Festival Taguatinga de Cinema.



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